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dc.contributor.advisorCosta, Cristiano Bedin dapt_BR
dc.contributor.authorGarbin, Leonardo Gonçalvespt_BR
dc.date.accessioned2026-02-05T06:56:48Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/300991pt_BR
dc.description.abstractA pesquisa engendra escrita, produção artística, ativismo e percepções da experiência docente como professor em rede de ensino privada para educação básica, tendo como ponto de partida o uso excessivo de telas recreativas e o vício em plataformas digitais no ambiente escolar. Um texto à moda antifa, que enuncia a ideia de depressão estética, entendida como apraxia que sedentariza corpos e processos de subjetivação e criação em tempos catastróficos de enchentes, queimadas, ascensão da extrema direita, guerras, hiperconexão e aceleração dos corpos. Criaturas e monstros hediondos são convocados para trazer à tona discussões sobre a apatia contemporânea que banaliza nossas capacidades sensíveis e minimiza o diferente na produção de seres insuficientes, falhos e endividados pelo capitalismo tardio. Referenda-se as contribuições para a educação, a força e a forma das escrituras da professora Sandra Mara Corazza e da linha de pesquisa Escrileituras, Artistagens, Variações. Compreende o embrutecimento das dimensões estética e caósmicas da vida a partir do pensamento da diferença de Gilles Deleuze e Félix Guattari, enquanto intercessores como Mark Fisher e Ignácio de Loyola Brandão, Fred Zero Quatro, Chico César, Angeli, Tom Zé e Dee Dee Ramone são mobilizados com o intuito de montar um cenário híbrido entre produções científicas, artísticas e as mazelas de uma vida compulsoriamente online. Valendo-se do humor e do sarcasmo, apresenta um Transcompêndio Sintomatológico da Depressão Estética, um compilado de sintomas descritos como verbetes, e sistematizados a partir de operadores, efeitos e expressões da adição digital. Invoca a escriatura como método: montagem de desenhos, relatos de experiência, arte, contracultura e outras pragas. Apanha em sala de aula mas percebe a potência da escola como espaço de experimentação artística. Defende a manualidade, a aula de arte e a retomada do tempo vendido de graça para as plataformas digitais. Contra-ataca com criaturas e monstros. Ai de mim!pt_BR
dc.description.abstractThis research intertwines writing, artistic production, activism, and insights from teaching experience as an educator in a private basic education context, taking as its starting point the excessive use of recreational screens and addiction to digital platforms in the school environment. A text in the “antifa” vein, it articulates the notion of aesthetic depression—understood as an apraxia that immobilizes bodies and processes of subjectivation and creation in catastrophic times of floods, wildfires, the rise of the far right, wars, hyperconnectivity, and the acceleration of bodies. Hideous creatures and monsters are summoned to provoke discussions about contemporary apathy, which trivializes our sensitive capacities and marginalizes the different while producing insufficient, flawed, and indebted beings under late capitalism. It acknowledges the contributions to education, the strength and form of the writings of professor Sandra Mara Corazza and the research line “Escrileituras, Artistagens, Variações”. It examines the erosion of the aesthetic and chaosmic dimensions of life through the lens of Gilles Deleuze and Félix Guattari’s philosophy of difference, while intercessors such as Mark Fisher, Ignácio de Loyola Brandão, Fred Zero Quatro, Chico César, Angeli, Tom Zé, and Dee Dee Ramone are mobilized to construct a hybrid landscape between scientific and artistic productions and the afflictions of a compulsorily online existence. Employing humor and sarcasm, it presents a Symptomatological Transcompendium of Aesthetic Depression—a compilation of symptoms described as entries and systematized through the operators, effects, and expressions of digital addiction. It invokes the "escriatura" as method: a montage of drawings, experiential narratives, art, counterculture, and other plagues. It suffers in the classroom yet recognizes the potential of schools as spaces for artistic experimentation. It advocates for manual craft, art classes, and reclaiming the time freely surrendered to digital platforms. It counterattacks with creatures and monsters. Woe is me!en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.subjectDepressionen
dc.subjectAestheticsen
dc.subjectEstéticapt_BR
dc.subjectConectividadept_BR
dc.subjectHyperconnectivityen
dc.subjectArtept_BR
dc.subjectArten
dc.subjectEducationen
dc.subjectBig techsen
dc.titleDepressão estética : escriaturas em Educaçãopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001292507pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR


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