Contribuições de uma sanitarista à farmacovigilância no SUS : uma perspectiva estratégica
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Data
2025Autor
Orientador
Nível acadêmico
Graduação
Assunto
Resumo
A farmacovigilância tem assumido um papel cada vez mais estratégico nas políticas públicas de saúde, especialmente no que diz respeito à promoção do uso racional de medicamentos (URM). A crescente prática de automedicação da sociedade, impulsionada por padrões estéticos e pressões sociais, tem favorecido o uso não racional de medicamentos, como observado na prática off-label de Ozempic. Diante desse cenário, este trabalho propõe-se a analisar a atuação de uma sanitarista na farmacovigilância no ...
A farmacovigilância tem assumido um papel cada vez mais estratégico nas políticas públicas de saúde, especialmente no que diz respeito à promoção do uso racional de medicamentos (URM). A crescente prática de automedicação da sociedade, impulsionada por padrões estéticos e pressões sociais, tem favorecido o uso não racional de medicamentos, como observado na prática off-label de Ozempic. Diante desse cenário, este trabalho propõe-se a analisar a atuação de uma sanitarista na farmacovigilância no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), compreendendo suas contribuições técnicas e educativas na promoção do uso racional de medicamentos, além de analisar a interface entre Farmacovigilância, Vigilância Sanitária e Participação Social, destacando possíveis estratégias de atuação intersetorial. Também objetiva refletir sobre os desafios e potencialidades da inserção do sanitarista em ações que transcendam o enfoque técnico-científico tradicional da Farmacovigilância. A pesquisa utilizou como metodologia a revisão narrativa, fundamentada em fontes secundárias indexadas em bases como PubMed e SciELO, além de obras de referência sobre Assistência Farmacêutica no SUS. Os resultados demonstram que a farmacovigilância é um campo legítimo de atuação do(a) sanitarista, pois sua formação multidisciplinar torna o habilitado para o fortalecimento da promoção do uso racional de medicamentos, por meio da aplicação de metodologias ativas da educação em saúde. Por outro lado, o sanitarista também possui potencial contribuição no enfrentamento das subnotificações de reações adversas à medicamentos (RAM), por meio de atuação intersetorial, direcionada aos profissionais da saúde, sociedade e detentores de medicamentos. ...
Instituição
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Saúde Coletiva: Bacharelado.
Coleções
-
TCC Saúde Coletiva (207)
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