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dc.contributor.advisorCastilhos, Raphael Machado dept_BR
dc.contributor.authorAlves, Emily Viegapt_BR
dc.date.accessioned2025-11-20T07:58:25Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/298907pt_BR
dc.description.abstractBase teórica: A fluência de verbos tem sido aliada na detecção e monitoramento de desordens neurocognitivas em indivíduos com Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) e demência, como a causada por Doença de Alzheimer (DA). Apesar da sua relevância, ela é menos estudada que as fluências tradicionais (semântica e fonológica) e a maior parte dos trabalhos concentra-se na análise quantitativa do desempenho. Objetivo: Mapear os achados da literatura sobre a tarefa de fluência de verbos em indivíduos com CCL e demência e analisar, por meio de um estudo empírico, os tipos de erros produzidos por indivíduos com DA, investigando suas relações com variáveis clínicas e sociodemográficas. Métodos: Este trabalho foi composto por dois estudos. O primeiro consistiu em uma revisão de escopo conduzida conforme as diretrizes PRISMA-ScR, com busca em cinco bases de dados. Foram incluídos 16 estudos que avaliaram a fluência de verbos em CCL e demência. O segundo estudo foi um estudo transversal, com 76 participantes (29 com DA e 47 controles), que realizaram a tarefa de fluência de verbos. As respostas foram transcritas e categorizadas quanto aos tipos de erros: repetições, intrusões, circunlóquios/tangencialidade, perseverações e parafasias. Os dados foram analisados por estatística descritiva e inferencial. Resultados: A revisão incluiu 16 estudos que identificaram que indivíduos com demência apresentaram desempenho consistentemente inferior, seguidos por aqueles com CCL, indicando um gradiente de comprometimento. Alguns estudos evidenciaram seu valor preditivo para a progressão da doença e seu papel na diferenciação entre condições neurocognitivas. Poucos estudos exploraram análises qualitativas ou tipos de erros. Já no estudo empírico, indivíduos com DA produziram significativamente menos verbos corretos e mais erros, especialmente repetições e circunlóquios/tangencialidade. Observou-se aumento da frequência de erros conforme a gravidade clínica. A performance foi correlacionada com desempenho cognitivo global e anos de escolaridade. Conclusão: A fluência de verbos demonstra potencial como ferramenta complementar para triagem e avaliação de déficits cognitivos em CCL e DA, especialmente se combinada com outros métodos. A análise qualitativa demonstra que pacientes com DA produzem menos verbos e mais erros na tarefa e fornece dados adicionais relevantes para o entendimento do desempenho linguístico na população.pt_BR
dc.description.abstractBackground: Verb fluency has been used as a tool for detecting and monitoring neurocognitive disorders in individuals with Mild Cognitive Impairment (MCI) and dementia, such as that caused by Alzheimer's disease (AD). Despite its relevance, it is less studied than traditional fluency tasks (semantic and phonemic), and most research focuses on quantitative performance analysis. Objective: To map the findings of the literature on verb fluency tasks in individuals with MCI and dementia, and to analyze, through an empirical study, the types of errors produced by individuals with AD, investigating their relationships with clinical and sociodemographic variables. Methods: This work comprised two studies. The first was a scoping review conducted according to PRISMA-ScR guidelines, with searches performed in five databases. Sixteen studies evaluating verb fluency in MCI and dementia were included. The second was a cross-sectional study involving 76 participants (29 with AD and 47 controls) who completed the verb fluency task. Responses were transcribed and categorized according to error types: repetitions, intrusions, circumlocutions/tangentiality, perseverations, and paraphasias. Data were analyzed using descriptive and inferential statistics. Results: The review included 16 studies, which consistently showed that individuals with dementia performed worse than those with MCI and healthy controls, indicating a gradient of impairment. Some studies highlighted the predictive value of the task for disease progression and its role in differentiating neurocognitive conditions. Few studies explored qualitative analyses or error types. In the empirical study, individuals with AD produced significantly fewer correct verbs and more errors, especially repetitions and circumlocutions/tangential remarks. An increase in error frequency was observed with greater clinical severity. Performance was correlated with overall cognitive status and years of education. Conclusion: Verb fluency shows promise as a complementary tool for screening and evaluating cognitive deficits in MCI and AD, especially when combined with other methods. Qualitative analysis indicates that patients with AD are more likely to produce fewer verbs and more errors in the task, providing additional insights into the linguistic performance of this population.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectTestes neuropsicológicospt_BR
dc.subjectNeuropsychological testsen
dc.subjectVerbal behavioren
dc.subjectComportamento verbalpt_BR
dc.subjectDisfunção cognitivapt_BR
dc.subjectMild cognitive impairmenten
dc.subjectDementiaen
dc.subjectDoença de Alzheimerpt_BR
dc.subjectDemênciapt_BR
dc.subjectAlzheimer's diseaseen
dc.titleAnálise de erros na tarefa de fluência de verbos em indivíduos com doença de Alzheimerpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coBeber, Bárbara Costapt_BR
dc.identifier.nrb001295894pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Medicinapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Médicaspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR


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